
Na edição de 2026 do IBC, a TV 3.0 despertou o interesse de empresas estrangeiras, e o padrão brasileiro DTV+ esteve no centro das discussões sobre o futuro da radiodifusão. A implementação do DTV+ foi reconhecida no IBC Innovation Awards com a conquista do prêmio da categoria Content Everywhere. Area focada em tecnologias de multitelas, OTT (Over-the-Top), streaming, entrega de vídeo via IP e monetização de conteúdo digital.
A conquista é fruto do esforço conjunto de universidades, governo, fabricantes, radiodifusores e de todo um ecossistema que ajudou a construir essa nova geração da televisão.
O que se viu em Amsterdã indica que o trabalho do Brasil passou a ser observado de perto por outros mercados:
“Existe muita curiosidade sobre o que estamos fazendo no Brasil, como será a implementação, quais são as peculiaridades do nosso padrão, as dificuldades e os planos futuros. O trabalho que o país vem realizando na radiodifusão repercute internacionalmente.”
Afirma Paulo Henrique Castro, presidente da SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão ) em entrevista para o portal Minha operadora.
Um desses trabalhos é realizado pela ZEDIA, conectando mídia, dados e conteúdo para emissoras de TV e agora propondo uma experiência única para o usuário através do Zaper OS.
O sistema operacional para set-top boxes mais rentável do mercado, criado no Brasil, foi apresentado no IBC Show como uma proposta de TV mais vantajosa para toda cadeia:
Fabricantes:
Maior rentabilidade. Rápido e conectado, mesmo em devices de baixo custo.
Broadcasters:
Canais de TV interativos com conteúdo expandido.
Anunciantes:
Publicidade endereçável, com métricas em tempo real.
O mundo do broadcast está cheio de novidades, quais as suas expectativas para o futuro da TV?


